ENERGIA RENOVÁVEL: SOLAR E EÓLICA

 

A partir do PROINFA tivemos um vertiginoso crescimento da energia eólica no Brasil nos últimos anos que hoje representa um papel importante no atendimento da demanda considerando a atual crise na hidroeletricidade notadamente na região Nordeste. Entretanto, é nesta mesma região onde se encontram os grandes potenciais eólicos já em significativo nível de exploração e os potenciais solares cujo aproveitamento está se iniciando. A redução nos custos de investimentos e de adoção de políticas adequadas irão seguramente garantir para os empreendimentos solares o mesmo sucesso obtido no aproveitamento eólico.

No ponto de vista de impactos no Sistema Interligado Nacional – SIN, as Centrais de Geração Eólica-CGE e as Usinas Fotovoltaicas –UFV apresentam inúmeras semelhanças e também diferenças significativas. A imprevisibilidade dos ventos e das irradiações solares notadamente nos dias de nebulosidade representam desafios para a operação do sistema. A rapidez com que a potência de uma planta fotovoltaica pode variar decorrente da variação da irradiação em um dia nebuloso pode representar um dos maiores desafios para o SIN em particular nos casos de grande UFV como ilustrado na Figura abaixo que apresenta a variação da potência num caso real.

 

Afortunadamente, a tecnologia dos modernos conversores proporciona valiosos recursos de controle capazes de mitigar adequadamente tais efeitos perniciosos principalmente no que diz respeito a regulação de tensão. Conhecimento profundo das características do sistema elétrico, capacidade para proceder diagnósticos precisos de cada situação em particular e domínio das tecnologias disponíveis são elementos essenciais para que possamos explorar com segurança e economicidade o vasto potencial solar que a natureza nos outorgou.

A equipe da ANDESA vem continuamente acumulando experiência e se qualificando para enfrentar com competência mais este desafio prestando serviço de excelência aos seus clientes.



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